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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

ATIVIDADE FINAL DO 4° BIMESTRE

FAZER COMENTÁRIOS NOS TEXTOS, IMAGENS E VIDEO RELACIONADOS A PRÉ-HISTÓRIA DA REGIÃO AMAZONICA

Video sobre Geoglifos encontrados na Amazonia

Imagens da Pré História Amazonica






UM NOVO OLHAR SOBRE A AMAZONIA

Visão negativa – Até pouco tempo, havia uma visão negativa sobre o meio ambiente amazônico, principalmente por falta de pesquisas científicas. Acreditava-se que, durante a Pré-História, a Amazônia não foi capaz de desenvolver uma cultura complexa, a exemplo dos Andes e da Mesoamérica. Divulgava-se a idéia de que a Região era um vazio demográfico devido à enorme acidez do solo que, por sua vez, não permitia uma grande produtividade agrícola. Acreditava-se, ainda, que todos os artefatos de civilizações pré-históricas encontrados eram oriundos de outras regiões em função das constantes imigrações, comuns nessa fase da história da humanidade já que as populações eram nômades.
Século X a.C. – Os registros de pesquisas nas áreas da Antropologia, Arqueologia e Etno-História desenvolvidas desde o século XIX, na América e na Amazônia, permitem-nos afirmar que as civilizações complexas mais antigas, da Pré-História, surgiram entre os séculos XXV a.C. e X a.C. nas regiões Andinas e Mesoaméricas. Com relação à Amazônia, as civilizações complexas só surgiram por volta do século X a.C.
Era comum, ainda, afirmar que, devido ao surgimento tardio das civilizações complexas na Amazônia, a sua ocupação pré-histórica ocorreu do Oeste para o Leste Amazônico, e o desenvolvimento dos cacicados complexos teriam sido originado nos Andes. Mas, graças às pesquisas feitas por Domingos Ferreira Pena, João Barbosa Rodrigues, Charles Hart, Eduardo Góes Neves, Betty Megers, Anna Roosevelt, André Prous, Pedro Ignácio Schmits, a orientação leva-nos para outra direção: a ocupação pré-histórica da Amazônia originou-se do Leste para o Oeste, e os cacicados complexos surgiram nas antigas sociedades ceramistas do Oriente Amazônico (ou Marajoara). II – A ocupação pré-histórica da Amazônia Brasileira
Não existe um quadro consensual, entre os pesquisadores antropólogos e arqueólogos, sobre a periodização da ocupação pré-histórica da Amazônia. Isso em função das poucas pesquisas realizadas nessas primeiras fases de ocupação humana da Região. Por isso, os cientistas fizeram uma periodização provisória, assim organizada: a) Primeira fase: Paleoindígena.
b) Segunda fase: Arcaica.
c) Terceira fase: Pré-história Tardia.


AS FASES DA OCUPAÇÃO DA AMAZÔNIA

a) Paleoindígena
Foi o período em que a humanidade, na América do Norte, vivia imigrando em busca de alimentos, coletando frutos nas árvores e caçando animais da chamada megafauna (mastrodontes, bisontentes, cervídeos e camelídeos, antigos cavalos, elefantes, preguiças, tatus gigantes, antas, tigre-dente-de-sabre, etc). Esse período teria ocorrido por volta de 11.000 a.C. a 8.500 a.C. Nessa fase, essa população já estava altamente adaptada ao meio ambiente de clima temperado.
Hábitos culturais e econômicos – As populações paleoindígenas da América do Sul tinham hábitos culturais e econômicos diferenciados dos povos da América do Norte, pois viviam quase exclusivamente da coleta de moluscos, de plantas e da caça de pequenos animais da fauna Amazônica. Esses nômades paleoindígenas habitavam grutas e cavernas.
Esses fatos podem ser comprovados a partir das descobertas arqueológicas feitas em Monte Alegre, no Pará (pontas de lanças encontradas na caverna de Pedra Pintada).

b) Arcaica
Mil anos – Há um período de mil anos de transição da fase Paleoindígena para a Arcaica. A Arqueologia mostra-nos que essa fase foi a de descoberta das técnicas de cultivo da agricultura, principalmente na várzea amazônica. Agricultura e sedenterização – Já no período Arcaico, as populações buscavam novos meios de subsistência, e a caça não era considerada a principal fonte alimentar. Com a descoberta da agricultura, ocorreu a sedentarização e, como conseqüência, surgiram diversificações no modo de produção dos meios de sobrevivência, assim como foram elaboradas novas condições materiais de existência tais como: organização política, religiosa, social e econômica.
A comprovação de tudo isso foi feita por pesquisadores no Baixo Amazonas, costa da Guiana, Orenoco e Tapeirinha (Pará) com a identificação de sambaquis (depósitos de conchas enterrados nas margens dos rios).

c) Pré-história Tardia
É considerado o apogeu da cultura pré-histórica na Amazônia. Esse período teve início por volta de 1000 a.C. e se estendeu até 1000 d.C.
Cacicados complexos – Nesse período, desenvolveu-se uma civilização complexa, cuja produção de cerâmica, organização política, religiosa e produção econômica foram significativas. Essa complexa civilização ficou conhecida, pelos arqueólogos, como cacicados complexos. Origem dos cacicados – Os cacicados complexos teriam surgido no delta amazônico e se estendendido por todo o rio Amazonas, afluentes até chegar ao ocidente andino. Sociedade complexa – As sociedades dos cacicados complexos viviam da produção agrícola em larga escala, pois desenvolveram uma técnica de produção avançada tais como: terraplenagem, atividade pesqueira, habitações, transportes e defesa. O processo de armazenamento da produção era feito em grandes jarras.
Millho – Em várias regiões de várzea, o principal produto cultivado era o milho, mas havia outras sementes que eram cultivadas como as do feijão e as da abóbora.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

ARTIGOS DO 9º ANO

Manaus, 09 de julho de 1995.


MENINAS GRAVIDAS QUE TRABALHAM ATE 11 HORAS POR DIA

Autoras: Adriana B. da Costar
Fernando Gomes de Castro

Naquela época os diretores aceitavam todos os tipos de adolescentes e crianças de várias idades. Entre varias crianças que engravidam sem saber que é uma grande responsabilidade criar um filho.
Anos atrás elas trabalhavam ate 11 horas sem ter grande conforto, trabalhando o dia todo em pé, sem poder descansar um minuto se quer. Outras milhares de crianças estão sendo submetidas a condições de trabalho semelhantes.
Meninas entre 14 e 15 anos que estavam grávidas nesse período, não tinham plano de saúde, medico profissional e nem licença medica.
Hoje em dia as coisas mudaram, tem crianças que estudam, trabalham ganhando seu próprio dinheiro, e outros não. Tem crianças e adolescentes que estão roubando, se prostituindo, pegando filho sem se prevenir.
Várias mulheres que trabalham 7 horas por dia, têm planos de saúde, licença medica, recebem bem e sustentam e educam seus filhos.
No meu caso (Adriana) com o meu marido, nós dois trabalhamos, há um ano e 4 meses nos planejamos ter um filho ou uma filha, então eu engravidei com 17 anos e ele com 20 anos de idade. Então veio a minha princesinha que se chama ANA CLARISSE, que esta com 1 anos e 2 meses, ela é uma menina saudável, com saúde e cheia de amor.

domingo, 9 de agosto de 2009

ARTIGOS DOS 9° ANO

AMAZONIA- Expedições cientificas não merecem confiança
Manaus, domingo 3 de abril de 1983

Autores: Luiz Cláudio
Rosa Rodrigues Ferreira


Duas missões cientificas, uma do governo Francês, outra do governo soviético, encontram-se presente, atuando na região amazônica em pesquisas que pouco ou nada importam ao governo brasileiro. Por um lado Jacques Costeau teve autorização do Presidente Figueiredo para desenvolver pesquisas cientificas nos rios da bacia amazônica. Por outro lado o soviético Viotcheslav Godeev, que chegou semana passada a Manaus e daqui partiu rumo ao atlântico. Os dois oceanógrafos fizeram essas pesquisas cientificas e desenvolveram muitos trabalhos.
O amazonas é riquíssimo em minérios, disputados pela sua super potencia, como o titânio, cassiterita, ferro e até mesmo o petróleo. Naquela época se demorou a descobrir que existe forte influencia do rio amazonas sobre o oceano atlântico que se estende até a costa da Inglaterra.
Constatou-se que a devastação da fauna e flora, três grandes novidades, o Brasil precisou de cientistas estrangeiros para esta descoberta, passou para o mundo na época e até mesmo para o país em geral de que: “como o desenvolvimento brasileiro não é selvagem”.
Portanto não merecem confiança, desde o descobrimento do Brasil (a invasão) a nossa flora e fauna é roubada constantemente.
Não mudou nada de lá pra cá, o exercito e o IBAMA não tem condições de fiscalizar essa terra toda na nossa região gigantesca, a maior bacia geográfica.
Todo dia é apreendido milhares de peixes, tartarugas, pássaros e até plantas, que são extraídas para a fabricação de remédios e estudos mundo afora.
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TRANSPORTE COLETIVO, UM PROBLEMA SEM SOLUÇÃO

Autores: Afonso Lima Lopes
Delcidia de O. S.
Terezinha Miranda de Araújo


No ano de 1986, existia em Manaus uma frota de 964 coletivos e não eram o suficiente para atender a população. Foi a época que chegou a Manaus os ônibus que tinha isolamento térmico, mais infelizmente não deu certo, devido ao nosso clima ser muito quente.
Já se passaram 23 anos dessa época até o dia de hoje e o transporte coletivo continua precário, a população continua sofrendo mesmo com os alternativos (conhecidos como lotação, fazendo jus ao nome), os passageiros continuam viajando em pé. Um sofrimento que parece não ter fim.
Existem em Manaus hoje, quase dois mil ônibus, são todos velhos, não oferecem nem um tipo de conforto para os passageiros. A única coisa que se renova a cada ano são as tarifas.
Para melhorar o sistema de transporte coletivo em Manaus, a prefeitura deveria abrir licitação para outras impressas para concorrer com as que têm aqui.
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A POLUIÇÃO DOS RIOS NA ORLA DE MANAUS

AUTORES: Rodiney Maia dos Santos
Manoel Ivanei M. Marques


Igarapés e riachos contaminados que deságuam no rio negro, que podem afetar a qualidade da água fornecida aos consumidores dentro de 50 anos.
Apesar de estar situada à margem do rio negro, Manaus pode sofre a falta de água potável nos próximos 50 anos, se continuar sem gerenciar os recursos hídricos que possui. O alerta foi feito por especialistas na área Ramiro Maia, da campanha de pesquisa de recursos naturais.
Na época que ele conclui esta pesquisa, ele disse que os serviços de tratamento dos rios precisavam de urgência.
Mais de lá pra cá muitos serviços foram feitos e pouco se resolveu, os rios e igarapés continuam poluídos e os governantes apesar de se esforçarem para conter a poluição, os rios continuam cheios de lixo e resíduos que são despejados pelas fabricas e pelas próprias pessoas que moram nas áreas dos igarapés.
Mais o que nos temos visto é que a tendência é melhorar, com as obras do Prosamim, o governo retirando as pessoas das áreas atingidas tudo pode ficar bem melhor.
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Manaus, 30 de setembro de 1997.

O ÍNDICE DE MORTE NO9 TRÂNSITO

Autoras: Daniele Aguiar
Regiane de Oliveira

Nos tempos de hoje aumentou ainda mais as mortes no transito, as principais vitimas são crianças, principalmente quando estão em beira de ruas ou até mesmo em algum veículo como bicicletas, muitas pessoas atravessam as ruas sem olhar para os lados, muitas vezes os condutores dos veículos quando batem em alguém, alguns ainda prestam socorro, algumas vitimas chegam ao hospital mortos. Há alguns anos atrás não ocorriam muitas mortes no transito, mais agora aumentou o índice de mortes. Muitas vezes acontecem acidentes no transito por causa dos condutores de veículos que estão embriagados (bêbados) ou até mesmo quando eles estão em alta velocidade, foi como aconteceu com o menino Israel de 8 anos, que morreu em 23 de setembro de 1997, foi morto na compensa por um motorista que estava numa Toyota, quando bateu o menino, ele estava numa calçada.
Ele gritava “para, para, para moço” essas foram as ultimas palavras da criança.